Arquidiocese do Rio

  1. Missa em ação de graças no dia 22 de setembro, às 19h, presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta, marcará os 110 anos do Colégio Sagrado Coração de Maria, antigo Sacré-Coeur de Marie, situado no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro.

    O colégio, que faz parte da Rede Sagrado, é administrado pelas irmãs do Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria, congregação de origem francesa, fundada no ano de 1849, em Béziers, pelo padre Antoine Pierre Jean Gailhac juntamente com a irmã Saint Jean Pélissier Cure.

    Educação de qualidade

    Segundo o diretor, professor Amaro França, o colégio centenário é uma referência na área de educação, desde a Educação Infantil até o Curso Médio, com uma pedagogia inovadora, pautada nos valores éticos, cristãos e de compromisso com a vida.

    “Nosso colégio, que completa 110 anos de existência no Rio de Janeiro e também em Ubá, em Minas Gerais, marca a chegada das primeiras irmãs do Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria, vindas de Portugal. Parte de uma rede internacional, o colégio tem o compromisso, de acordo com a sua identidade cristã, com uma educação e uma pedagogia de qualidade”, disse o diretor.

    Uma história de amor

    A presença das irmãs do Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria no Brasil e a consequente fundação de colégios, segundo explicou a irmã Maria Cristina Caetano, responsável pela Área Brasil da congregação, originou-se pela Providência de Deus com a violenta perseguição religiosa que aconteceu em Portugal no início do século XX.

    “Foi nessa época de perseguição que a irmã Maria de Aquino Vieira Ribeiro viu no Brasil uma oportunidade para continuar sua vida em missão. Sendo uma mulher de coragem e ousadia, solicitou autorização da superiora geral e, na companhia das irmãs Santa Fé Gomes Conte e Maria de Assis Gomes da Fonseca, começaram um verdadeiro caso de amor com o Brasil”, disse.

    As três irmãs religiosas partiram de Portugal no dia 21 de fevereiro de 1911 rumo ao Brasil. Na mala, poucos pertences; no coração expectativas e a esperança de um recomeço.

    “Além de receios e muitos sonhos, tudo era acalentado pelo desejo de expansão do Instituto de levar o amor a Deus além das fronteiras de sua terra natal. Nos primeiros tempos, elas passaram muitas adversidades, mas nada impediu que essas mulheres seguissem com seus sonhos de realizar, em terras brasileiras, a missão para a qual foram chamados. Foram mulheres corajosas, ousadas, inquietas, determinadas e cheias de fé”, disse a irmã Maria Cristina.

    Escola vencedora em resultados

    “A história de amor é duradoura – destacou a responsável da Área Brasil da congregação – porque continuamos com o mesmo élan missionário das primeiras religiosas”.

    “Sabemos aliar tradição e modernidade no desenvolvimento de um ensino voltado para a excelência acadêmica e para a formação de valores. Um processo de aprendizagem que desperta no estudante a vontade de aprender e investigar mais sobre o mundo em que vive, participando ativamente do presente e criando condições de um futuro melhor para todos”.

    Irmã Maria Cristina observou que, neste tempo tão volátil e cheio de incertezas, a comunidade educativa demonstrou grande criatividade e resiliência.

    “Não tivemos medo de inovar para que as aulas continuassem. Fizemos tudo com profundidade e muita competência. Seguimos firme na missão de educar, alcançando resultados significativos da educação infantil ao ensino médio, colaborando para a formação de pessoas que farão diferença na sociedade”, disse.

    “Essa capacidade – acrescentou irmã Maria Cristina – não acontece por acaso. Ela está alicerçada no amor, enraizada em todos e em todas que fazem este ato educativo acontecer”.

    “Os nossos profissionais são versáteis, debruçam-se sobre o fazer educativo e identificam-se com o jeito de ser do sagrado. Por isso, somos uma escola vencedora em resultados acadêmicos, e no desenvolvimento dos valores humanos cada vez mais essenciais à vida em sociedade”, finalizou.

    Carlos Moioli



     

    21/09/2021 - Atualizado em 21/09/2021 12:04

  2. No dia 14 de setembro, a Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro reinaugurou o Museu Arquidiocesano de Arte Aacra (MAAS).

    Em cerimônia apenas para convidados, como convém aos protocolos de segurança de saúde, o cônego Cláudio dos Santos, pároco da Catedral e diretor administrativo do museu, recebeu o Cardeal Orani João Tempesta, arcebispo da Arquidiocese do Rio, e também Dom Roque Costa Souza, bispo auxiliar do Rio.

    Entre os sacerdotes presentes, estavam padre Silmar Alves Fernandes, curador da Comissão de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural da Arquidiocese; padre Ionaldo Pereira da Silva, pároco da Igreja da Ressurreição, em Copacabana; e padre Vanderson de Oliveira, diretor artístico do Museu Arquidiocesano de Arte Sacra.

    Cônego Cláudio, muito emocionado, agradeceu profundamente todo o empenho da equipe nesta difícil obra: “Toda a equipe do museu, e demais colaboradores da Catedral, não se abateram e venceram o cansaço, principalmente na etapa final para a inauguração, por isso sou muito grato”. Agradeceu também a presença do Cardeal Dom Orani Tempesta que, depois de alguns dias recuperando-se de problemas de saúde, esteve presente na inauguração.

    Dom Orani afirmou que este “projeto de reforma e ampliação já vinha sendo falado há muito tempo na comissão que trata de assuntos relacionados ao museu”, e ressaltou que, apesar do tempo difícil em que vivemos, o “projeto se concretizou durante a pandemia, o que é muito louvável”.

    A museóloga da instituição, Marli Assis Martins, destacou a missão de participar desta etapa do projeto: “Fazer parte deste projeto é bastante importante para cada participante, pois trata-se não somente de tornar públicas peças anteriormente guardadas, mas, ao mesmo tempo, cuidar ainda mais da sua conservação e preservação”, afirmou.

    O museu, que esteve fechado durante a pandemia, iniciou a reforma no início de julho deste ano e, além da ala que já existia, inaugurou mais três novos ambientes para a visitação, entre eles a sala Monsenhor Roberto Devellard, que foi diretor artístico do museu até o ano passado, quando veio a falecer. A sala expõe objetos e paramentos litúrgicos de sacerdotes importantes da arquidiocese.

    A grande novidade é a sala denominada Museu Bíblico, em que o visitante poderá percorrer toda a história bíblica por meio de esculturas, desde do Gênesis até o Apocalipse. A sala foi projetada, principalmente, para receber crianças e jovens em fase de catequese, o que enriquecerá bastante o conhecimento bíblico.

    Muitas peças do museu fazem parte da doação dos acervos dos cardeais falecidos. Os quadros, além de doados, também vieram de igrejas e conventos que não existem mais, além de doações do Palácio São Joaquim.

    O museu reabre funcionando de terça a sexta feira, das 9h às 16h, e aos sábados e domingos, das 9h às 12h, com ingressos no valor R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia entrada, para maiores de 60 anos, estudantes e portadores de necessidades especiais). Caravanas de grupos de catequeses são isentos de pagamento, mas, para isso, é preciso entrar em contato e fazer o agendamento, por meio do telefone da Catedral 2240-2869 e pedir para falar com o museu. Aí terá mais informações sobre a quantidade de pessoas autorizadas neste tempo de pandemia, visto que a instituição está respeitando rigorosamente as normas sanitárias.

    O museu fica no subsolo da Catedral Metropolitana da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, na Avenida Chile, 245, no Centro, no Rio de Janeiro.

    Gustavo Kelly



    21/09/2021 - Atualizado em 21/09/2021 11:58

  3. A Paróquia São Miguel Arcanjo, em Magalhães Bastos, promove a novena do padroeiro de 20 a 28 de setembro, neste ano com o tema: “Cura-me, Senhor, e serei curado” (Jr 17, 14).

    No dia 29 de setembro, festa do padroeiro São Miguel Arcanjo, haverá missa às 7h, 8h30,10h, 11h30, 13h, 14h30, 16h, 17h30 e 19h30.

    “A vida do homem na terra é uma luta. O combate que se travou no céu continua no mundo dos homens. Invoquemos a intercessão de São Miguel Arcanjo, para que, assim como ele, sejamos destemidos e experimentemos, em nossas vidas, o primado de Deus: ‘Quis ut Deus’. São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate”, disse o pároco, padre William Bernardo da Silva.

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    21/09/2021 - Atualizado em 21/09/2021 11:49

  4. No dia 21 de setembro, a Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida, em Paciência, completa 25 anos de evangelização, presença, anúncio e esperança, na busca de ser, cada vez mais, uma ‘Igreja em saída’ para grande parcela da população da Zona Oeste do Rio de Janeiro.

    Desmembrada da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, também em Paciência, foi criada em 1996 pelo Cardeal Eugenio de Araujo Sales. Desde o dia 21 de fevereiro de 2021, a paróquia é administrada pelo padre Alexandre Moro.

    As missas do tríduo preparatório, de 18 a 20 de setembro, às 19h30, serão presididas pelos padres Alexandre Moro, Luciano de Moura Miron e Marcelo Batista de Araújo.

    A missa solene do jubileu dos 25 anos acontecerá no dia 21 de setembro, às 19h30, presidida por Dom Orani João Tempesta.

    “A Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem cumprido uma missão grandiosa na evangelização da região e como expressão de ação caritativa. São 25 anos de lutas obtendo conquistas que passam desde a ampliação da estrutura, com muito suor e esforço, além de trazer vidas para Deus, animando e fortalecendo tantas famílias”, disse o pároco, padre Alexandre Moro.

    Formação da comunidade

    Tudo começou na década de 1970, quando os fiéis se reuniam na casa da família Ventura para celebrar a eucaristia em comunidade, acompanhados de perto pelo padre Walter Jesus Miranda, na época, pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Paciência.

    Em janeiro de 1977, por iniciativa de uma das moradoras do bairro, Rita Ramos, teve início a construção de uma capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, com a ajuda de benfeitores e voluntários. A missa inaugural do templo, presidida pelo padre Walter, ocorreu em junho de 1978.

    Na década de 1980, a pedido do arcebispo Dom Eugenio Sales, as religiosas Franciscanas Hospitaleiras assumiram a capela com a missão de marcar a presença da Igreja no bairro. Ainda hoje, muitos moradores antigos se lembram com saudade da irmã Nivalda, que tanto lutou pela formação e crescimento da comunidade.

    De capela a paróquia

    No dia 21 de setembro de 1996, por decisão de Dom Eugenio, a capela foi desmembrada da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima e foi elevada à condição de paróquia com a mesma denominação inicial, tendo como padroeira Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

    O primeiro pároco, padre Marcelo Batista de Araújo, recém-ordenado na época, implantou diversas pastorais, aumentando a presença da juventude e realizando missões populares pela comunidade. Foi o responsável pela criação de capelas e a reforma da Igreja Divino Espírito Santo.

    Construção do novo templo

    O segundo pároco, padre William Rufino, assumiu em 2002, e esteve à frente de várias iniciativas que ainda marcam a vida da comunidade, como a construção do novo templo da matriz, pois a antiga igreja não mais suportava o número de fiéis. Entre suas iniciativas, estão:

    2004 - Reinauguração do antigo templo.

    2005 - Início da construção do novo templo com doações da comunidade. Apresentação do coral dos adultos e, posteriormente, das crianças da paróquia na Santa Missa no Seu Lar, transmitida semanalmente pela Rede Globo, e o início do Encontrão Jovem do Gouveia.

    2009 - Instalação do projeto de inclusão digital e educação esportiva. Inauguração do novo templo e consagração do altar, com instalação das relíquias dos protomártires romanos, presidida por Dom Orani. Inauguração da Capela do Santíssimo, e reinauguração da Igreja Divino Espírito Santo, com a dedicação do novo altar presidida por Dom Orani.

    Uma ‘Igreja em saída’

    Em 2014, a paróquia passou a ser administrada pelo padre Luciano de Moura Miron, que esteve à frente da reforma do presbitério da matriz e da Capela do Santíssimo. Na sua gestão, padre Luciano deu prioridade para a evangelização da juventude e a missionariedade, convidando os fiéis a serem uma ‘Igreja em saída’.

    O pároco atual, padre Alexandre Moro, foi provisionado no dia 21 de fevereiro de 2021 e, desde então, vem construindo sua história na comunidade.

    Carlos Moioli e Rodrigo Vianna


     

    21/09/2021 - Atualizado em 21/09/2021 11:37

  5. Carlos Moioli

    A Arquidiocese do Rio de Janeiro, em unidade com diversas Igrejas cristãs presentes no Rio de Janeiro, assinaram uma Declaração Conjunta Ecumênica pela Liberdade Religiosa no Brasil, durante encontro realizado no Edifício São João Paulo II, na Glória, no dia 15 de setembro.

    “A busca da unidade é constante entre nós, que temos preocupações comuns de vida e caminhada. Sabemos que a unidade é um dom do Senhor, mas precisamos ter disposição para fazer, de sentar juntos, de partilhar. É preciso acrescentar – com a assinatura dessa declaração conjunta em busca da unidade –, o que foi feito no passado, mas dar passos para que nossa unidade continue abrindo caminhos para o futuro”, disse o arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, que tem como lema episcopal “Que todos sejam um” (Jo 17, 21).

    A declaração é uma iniciativa de líderes católicos e evangélicos que estão conectados à Missão Somos Um, nascida em 2008, com o apoio de Dom Orani, sob a coordenação de Izaías Carneiro, fundador da Comunidade Católica Coração Novo, e do pastor Edvaldo Nascimento, membro da Nova Igreja, na Barra da Tijuca.

    “O mundo de hoje é muito dividido, polarizado. As pessoas se voltam umas contra as outras, às vezes, sem motivos e sem saber o porquê. Nós, enquanto cristãos, somos convidados a construir pontes e a dizer não às polarizações que dividem, que levam ao ódio, ao rancor e até à morte. Em meio à diversidade e à pluriformidade de histórias, de vida, de maneira de celebrar, de rezar, devemos dar testemunho de que estamos caminhando no respeito mútuo, em comunhão, no entendimento e na fraternidade entre nós”, acrescentou o arcebispo.

    Homenagem

    Durante o encontro, Dom Orani recordou a figura de monsenhor Elia Volpi, que partiu nesta semana para a eternidade, destacando sua contribuição na caminhada ecumênica.

    “Monsenhor Elia Volpi foi um entusiasta no diálogo ecumênico em nossa arquidiocese. Há 42 anos, quando chegou ao Rio de Janeiro, ele trouxe da Itália, sua terra natal, vários ideais conciliares na dimensão litúrgica e bíblica e, sobretudo, no ecumenismo.

    Por muitos anos, ele foi responsável pela comissão ecumênica e quando não pôde mais, por causa da idade, continuou participando e rezando conosco nas vigílias ecumênicas de Pentecostes, realizadas anualmente na Igreja de Copacabana. Muita coisa que temos hoje se deve ao seu empenho, ao seu entusiasmo. A assinatura desta declaração é uma justa homenagem a quem deu passos importantes, dos quais hoje somos herdeiros”, disse o arcebispo.

    Caminho de paz

    A iniciativa da Missão Somos Um em organizar o encontro para a assinatura da declaração conjunta entre lideranças católicas e evangélicas, segundo explicou Izaías Carneiro, e na qual ele é o copresidente, foi de dar um passo no que considera um importante testemunho para favorecer o caminho de paz em nossa sociedade.

    “Reconhecendo a importância do ecumenismo, e conscientes do grave momento pelo qual passa a sociedade brasileira, em função da polarização e da intolerância religiosa, esta declaração – fruto de um trabalho constante da Missão Somos Um –, tem o objetivo de defender e assegurar o compromisso com a liberdade religiosa em todas as suas formas e expressões de cultos em nosso país, como está previsto em nossa Constituição Federal”, afirmou.

    Izaías Carneiro acrescentou que este documento é um “gesto concreto que sucede em âmbito local a IV Conferência Internacional de Louvor e Adoração Somos Um, que aconteceu em modo online nos dias 3 e 4 de setembro, e contou com a participação de quase 150 inscritos de 16 países de 4 continentes”.

    Veja a declaração na íntegra:

     

    Declaração Conjunta Ecumênica pela Liberdade Religiosa no Brasil

     

    Os Cristãos inseridos na Missão Somos Um congratulam-se fraternalmente e afirmam que o direito fundamental de liberdade religiosa se atualiza, dentre tantas formas, no testemunho dos religiosos que convivem e trabalham juntos em prol do bem comum e da paz social. Por conseguinte, a consideração do fenômeno religioso como fenômeno humano e social é característica marcante de nossa sociedade, devendo ser assegurada sua manifestação não apenas em privado, mas também nos espaços públicos deste país de dimensões continentais.

    O testemunho de Cristo evidencia o significado e a relevância da mensagem cristã para os cidadãos fluminenses, na medida em que é encarnada por homens e mulheres – católicos e evangélicos – que buscam colaborar com uma sociedade pautada na promoção da dignidade humana e no imperativo do bem comum, valores universais contidos no Evangelho.

    Nesta singular oportunidade, asseguramos nosso compromisso comum de promover, por ações, a cultura do encontro, do respeito e do diálogo, de modo a fazer valer, por meio de nossas vivas demonstrações de amor fraterno, a mensagem de Jesus que acolhe e inclui a todos.

    A Missão Somos Um, consciente dos danos que a intolerância e as polarizações causam a nosso povo, já tão sofrido em função das agruras que atravessa há décadas, e certa de que a unidade dos cristãos é caminho para o consolo e para a renovação da esperança em nossa sociedade, volta os olhos esperançosa para o nosso amado Cristo, com a firme convicção de que novos dias hão de raiar sobre todos nós.

    Rio de Janeiro, 15 de setembro de 2021.

     

    Dom Orani João Cardeal Tempesta, O.Cist.
    Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro

    Bispo Abner Ferreira
    Pelo Pastor Luiz Guatura da Silva Neto
    Presidente Estadual do Rio de Janeiro da Igreja Assembleia de Deus Madureira

    Dom Antônio Augusto Dias Duarte
    Presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – Rio de Janeiro

    Reverendo José Roberto da Silva Cavalcante
    Moderador da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil

    Izaías de Souza Carneiro
    Fundador da Comunidade Católica Coração Novo e
    Copresidente Católico da Missão Somos Um

    Pastor Edvaldo José Nascimento
    Membro da Nova Igreja e Copresidente Evangélico da Missão Somos Um

    Bispo Laerte Lafayett
    Fundador e Pastor Sênior da Casa do Pai Igreja Cristã

    Pastor Maurício Fragalli
    Pelo Pastor Edvaldo José do Nascimento
    Fundador e Pastor Sênior da Nova Igreja

    Pastor Silas Esteves
    Fundador e Pastor do Ministério Bethesda        

    Pastor Ayo Balogun
    Pastor Presidente da Igreja Evangélica A Voz de Deus

    Pastor Marcello Silva
    Pastor-Presidente da Igreja Apostólica O Caminho

    Pastora Agda Floriano de Oliveira
    (Pastora Mônica)
    Pastora da Igreja Evangélica Restaurando Vidas

    Bispo Francisco Almeida
    Bispo Superintendente da Igreja Sara Nossa Terra – Rio de Janeiro

    Pastor Gil Vicente Gama
    Pelo Pastor Carlus Marcelus de Oliveira
    Ministério Empreendedor Cristão

    Pastor Asaph Borba
    Ministro de Louvor

    Pastor Marcelo da Silva Couto
    Pastor da Igreja Pentecostal Primogênito de Deus

    Pastor Jacó Tavares de Souza
    Pastor da Safe Church

    Valmilton Dantes Domingues de Oliveira
    Cleide Aparecida Nossa de Oliveira
    Ministério Restauração e Vida




    17/09/2021